A cantora e atriz sul-coreana Nana voltou a ser assunto após vir a público a informação de que o homem acusado de invadir sua casa entrou com uma ação judicial contra ela. O caso remonta a um episódio ocorrido em 15 de novembro de 2025, quando a residência da artista, localizada nos arredores de Seul, foi invadida por um homem na casa dos 30 anos. Segundo a polícia, ele teria utilizado uma escada para acessar o imóvel e, já no interior da casa, ameaçou Nana e sua mãe enquanto exigia dinheiro.
De acordo com a investigação conduzida pela Delegacia de Polícia de Guri, o invasor estava armado e chegou a ferir tanto Nana quanto sua mãe durante a agressão. A mãe da artista precisou receber atendimento hospitalar após o ocorrido. Nana, cujo nome verdadeiro é Im Jin-ah, acordou ao ouvir os gritos da mãe e entrou em confronto com o suspeito, conseguindo dominá-lo até a chegada das autoridades. Durante a luta, o homem sofreu um ferimento aberto na região da mandíbula.
Inicialmente, o suspeito confessou os crimes de roubo e agressão, mas posteriormente mudou sua versão durante o inquérito, passando a alegar que não portava arma e que não teria causado ferimentos às vítimas. Mesmo assim, após analisar o conjunto das provas e os relatos, a polícia concluiu que a reação de Nana se enquadrava como legítima defesa. Na ocasião, as autoridades afirmaram que a força utilizada não foi excessiva nem desproporcional diante da ameaça sofrida, decidindo não apresentar nenhuma acusação criminal contra a artista.
No entanto, no início de janeiro, surgiram relatos de que o invasor teria apresentado uma queixa separada contra Nana, acusando-a de tentativa de homicídio e lesão corporal grave. A informação gerou forte repercussão, especialmente por envolver uma figura pública amplamente conhecida tanto na música quanto na atuação. O homem havia sido formalmente preso após o incidente de novembro sob acusações de roubo e agressão, mas agora tenta responsabilizar a artista por sua reação durante o ataque.
Nana estreou em 2009 como integrante do grupo feminino After School e posteriormente ganhou grande popularidade como membro da subunidade Orange Caramel. Ao longo dos anos, consolidou também uma carreira sólida como atriz, participando de produções televisivas e cinematográficas de destaque, como as séries Kill It e Memorials, além dos filmes Confession e Omniscient Reader: The Prophecy. O caso atual, no entanto, trouxe à tona uma discussão pública sobre os limites da legítima defesa e o impacto psicológico duradouro que situações de violência doméstica podem causar às vítimas.
Diante da nova queixa apresentada pelo agressor, a agência responsável pela carreira da artista decidiu se manifestar oficialmente, afirmando que Nana e sua família continuam lidando com consequências físicas e emocionais graves decorrentes do ataque, e que medidas legais serão adotadas para protegê-la.
A seguir, a nota oficial divulgada pela empresa:
“Olá, aqui é o SUBLIME.
Estamos divulgando nosso comunicado oficial em relação às notícias de hoje sobre nossa artista Nana.
Em relação ao incidente de roubo e agressão envolvendo nossa artista Nana, uma investigação minuciosa realizada pelas autoridades confirmou claramente os atos criminosos do agressor.
Durante o crime, o agressor — armado — infligiu graves danos a Nana e sua família, e a dor física e psicológica resultante persiste até hoje.
Contudo, sem demonstrar qualquer remorso, o agressor apresentou uma queixa separada contra Nana, explorando sua notoriedade pública e causando danos secundários por meio de conduta desumana.
Proteger os direitos e interesses dos nossos artistas é a nossa maior prioridade. Em relação a este assunto, tomaremos todas as medidas legais cabíveis, tanto na esfera cível quanto na criminal, contra o agressor.
Continuaremos a responder de forma responsável e até o fim para garantir que nosso artista não sofra mais nenhum dano.
Obrigado.”
Imagem: Reprodução/ @jin_a_nana (Instagram)













