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HALLOWEEN KORAZIL: Teorias de maldição e relatos sobrenaturais do K-pop

Fenômenos inexplicáveis, padrões estranhos e eventos recorrentes criam um conjunto de evidências que fascinam fãs que acreditam que teorias e maldições rondam esse universo. Entre os mais conhecidos estão a 7-Year Curse e a OT12 Curse, que sugerem que certos grupos enfrentam mudanças drásticas, acidentes recorrentes ou episódios inexplicáveis em momentos específicos de suas carreiras.

Na 7-Year Curse, grupos que alcançaram o sétimo ano de carreira passam por mudanças dramáticas. Contratos se rompem, e membros podem sair repentinamente enfrentando pausas ou reorganizações. O caso mais famoso envolve EXO, que viu alterações significativas em sua formação após o sétimo ano. Outros exemplos incluem BIGBANG, que enfrentou saídas temporárias e interrupções devido a questões contratuais e alistamento militar, SHINee, que teve membros afastados por lesões e alistamento, alterando temporariamente a dinâmica do grupo, Girls’ Generation (SNSD), cujos integrantes começaram a deixar a SM Entertainment ou focar em carreiras solo, e 2NE1, que entrou em hiatus e passou por saídas de membros pouco antes ou após o sétimo ano.

Já a OT12 Curse envolve grupos originalmente formados com muitos membros. Ao longo do tempo, integrantes deixam o grupo, acidentes se repetem e acontecimentos misteriosos surgem em padrões difíceis de ignorar. EXO também é citado aqui, mas por outro motivo. Com 12 integrantes, as saídas, pausas e incidentes recorrentes reforçam a narrativa de que estariam sob uma influência misteriosa. Outros exemplos incluem GFRIEND, com quedas em palco, lesões e desbandos. TWICE, com membros se afastando temporariamente por motivos de saúde e compromissos, e SEVENTEEN, cujo grande número de integrantes tornou incidentes e pausas mais visíveis e frequentes.

Além dessas teorias, outras experiências sobrenaturais são relatadas por idols, em que muitos mencionam sombras inesperadas, objetos que se movem sem explicação e a sensação de serem observados durante ensaios, filmagens ou estadias em hotéis, como Seulgi, do Red Velvet, que descreveu portas batendo sozinhas e risadas misteriosas em estúdios vazios durante a madrugada. Já Yeri, do mesmo grupo, relatou sentir presenças invisíveis enquanto gravava clipes em locais antigos. Há também casos de falhas elétricas súbitas, equipamentos que param de funcionar sem motivo e sons estranhos nos corredores. Tais narrativas, embora subjetivas, aparecem de forma recorrente e em diferentes grupos.

Fãs conectam essas histórias aos padrões observados nas maldições, criando uma lenda urbana do K-pop nos quais acidentes em palco, saídas de membros, e datas específicas ganham significados que vão além do acaso. Essa percepção se fortalece à medida que relatos de diferentes grupos e épocas se repetem, formando um padrão intrigante para os fãs, mantendo viva a discussão sobre o sobrenatural.

Imagem: Ilustração gerada por I.A (Gemini)

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