A tensão entre a SM Entertainment e os integrantes Chen, Baekhyun e Xiumin, do EXO, ganhou um novo desdobramento judicial. A empresa sul-coreana solicitou à Justiça o bloqueio preventivo de bens dos três artistas, intensificando uma disputa que se arrasta desde 2023 e envolve questionamentos contratuais e financeiros.
De acordo com informações divulgadas pela imprensa da Coreia do Sul e repercutidas internacionalmente, o pedido gira em torno de 2,6 bilhões de wons, valor que equivale a aproximadamente R$ 10 milhões. A medida busca assegurar o pagamento de quantias que a agência afirma serem devidas, impedindo que determinados ativos sejam movimentados até que o processo seja concluído.
Entre os bens citados estariam um depósito em nome de Chen e imóveis pertencentes a Baekhyun e Xiumin. O bloqueio judicial é um recurso utilizado para preservar patrimônio enquanto a disputa ainda está em análise, funcionando como uma garantia caso a decisão final seja favorável à parte autora.
O embate teve início quando os três integrantes comunicaram a intenção de encerrar seus contratos exclusivos com a SM Entertainment. Posteriormente, foi firmado um acordo que permitia a continuidade das atividades do EXO sob a gestão da empresa, enquanto as carreiras solo passariam a ser administradas pela INB100. Pelo entendimento firmado na época, uma porcentagem da receita individual dos artistas seria destinada à SM.
No entanto, o trio alega que houve descumprimento de cláusulas relacionadas à distribuição de lucros e à transparência na prestação de contas. Segundo a defesa, a empresa não teria aplicado corretamente taxas previamente negociadas nem fornecido relatórios financeiros detalhados. Em razão disso, os artistas teriam suspendido determinados repasses.
Já a SM sustenta que os termos acordados continuam válidos e que os integrantes deixaram de cumprir obrigações previstas no contrato. A companhia também afirma que influências externas teriam contribuído para o rompimento da relação original.
Enquanto o processo segue tramitando, fãs do grupo demonstram preocupação com possíveis impactos nas atividades coletivas do EXO. Embora os membros tenham sinalizado interesse em manter promoções em grupo, o clima de instabilidade jurídica levanta dúvidas sobre os próximos passos da parceria profissional.
Até o momento, não há decisão definitiva, e ambas as partes permanecem envolvidas nas negociações e procedimentos legais.
Imagem: Reprodução – @smtown (Instagram)













