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Min Hee-jin tem denúncias contra HYBE e BELIFT LAB arquivadas pela Promotoria

O Ministério Público da Coreia do Sul decidiu arquivar todas as denúncias apresentadas por Min Hee-jin, ex-CEO da ADOR, contra executivos ligados à HYBE e à BELIFT LAB. Com a decisão, o caso foi encerrado sem qualquer indiciamento criminal.

A conclusão foi tomada pelo Escritório da Promotoria do Distrito Oeste de Seul após reavaliar uma série de alegações e provas reunidas ao longo das investigações. Embora o encerramento tenha ocorrido no fim de maio, a confirmação oficial do resultado só foi divulgada recentemente à imprensa.

O conflito teve início em 2024, quando surgiram disputas corporativas envolvendo a gestão da ADOR dentro da HYBE e tensões relacionadas à administração de grupos sob o mesmo conglomerado.

Entre os pontos analisados estavam alegações de difamação, uso indevido de informações internas e divergências sobre práticas de auditoria corporativa. Também foram investigadas declarações envolvendo supostas semelhanças entre projetos musicais de diferentes grupos.

Nesse contexto, foram citados os grupos NewJeans e ILLIT, em meio a discussões sobre possíveis inspirações e acusações de similaridade conceitual. No entanto, a promotoria entendeu que não havia base suficiente para caracterizar plágio ou conduta criminosa, considerando também decisões judiciais anteriores sobre o caso.

Outro ponto investigado envolvia o acesso a comunicações e dados corporativos internos. As autoridades concluíram que as ações ocorreram dentro de parâmetros legais, respaldadas por contratos e autorizações previamente firmadas entre as partes.

As acusações relacionadas a práticas irregulares de auditoria e suposta divulgação de informações falsas também foram rejeitadas após análise detalhada de documentos e registros apresentados ao longo do processo.

Com isso, todas as denúncias direcionadas a executivos da HYBE e da BELIFT LAB foram arquivadas integralmente. A promotoria ainda destacou que decisões anteriores da polícia já indicavam a ausência de elementos suficientes para abertura de processo.

Enquanto isso, disputas civis e contratuais entre as partes seguem em andamento em outras esferas da Justiça, sem impacto direto da decisão criminal.

Até o momento, nenhuma das partes envolvidas comentou de forma detalhada o arquivamento mais recente. O caso encerra uma das principais frentes de investigação envolvendo a gestão de grupos e empresas do setor de entretenimento sul-coreano nos últimos anos.

Imagem: Reprodução – min.hee.jin (Instagram)

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